terça-feira, 4 de janeiro de 2011

De moeda em moeda o porquinho enche o papo.

Se de grão em grão a galinha enche o papo, de moeda em moeda o porquinho enche, também. Demora, mas que enche, enche, ninguém pode negar. Nunca tive um clássico porquinho de cerâmica, só uma vez e foi de plástico. Depois disso, todos os meus cofrinho foram de metal, aquelas latinhas, que vem com uma caneca, e com a temida chave. Não sei de quem foi essa ideia de jerico colocar chave em cofrinho, já que o principal é juntar dinheiro. Deixava a caneca do lado de fora e pronto, né? Ficaria muito mais fácil. Eu não consigo juntar dinheiro com a chave na minha mão. Com o dinheiro que eu consegui juntar, comprei um cofrinho sem chave. Agora vamos ver no que dá.

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